MIROBRIGA - EXCAVACIONES ARQUEOLÓGICAS EN EL "CERRO DEL CABEZO" (CAPILLA, BADAJOZ) CAMPANAS 1987 - 1988
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INSTRUCÇAM QUE O CONDE VIMIOSO DOM JOSEPH MIGUEL JOAM DE PORTUGAL do conselho de Sua MAgestade, e Deputado da Junta dos tres Estados, dá a seu filho segundo D. Manoel Joseph de Portugal, fundada nas acçoens christans, moares, e politicas (...)
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INTERÊSSES PORTUGUESES NA AMÉRICA-DO-SUL
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NOTAS DA ANALYSIS BENEDICTINAS descubertas por..., junto com NOVAS NOTAS DA ANALYSIS BENEDICTINA descobertas por
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COLLECÇÃO DE INEDITOS PORTUGUEZES DOS SECULOS XIV E XV que forão compostos originalmente, ou traduzidos de varioas linguas, por Monges Cistercienses deste Reino. Ordenada e copiada fielmente dos Manuscritos do Mosteiro de Alcobaça por ...
Agência Geral das Colónias, Lisboa, 1945. In-8º de 266-(6) págs. Br. Ilustrado com fotografia em extra-texto.
O Autor, defensor da colonização portuguesa em Angola, acreditando num futuro promissor da comunidade euro-africana na Colónia.
"Em Angola «branco» e «europeu» não são termos sinónimos. A população branca da colónia engloba tão avultado número de euro-africanos que, nas regiões do Sul, os europeus encontram-se em acentuada minoria perante os indivíduos de raça branca naturais da Colónia" (...) "Da variedade de origens resulta uma vincada diferenciação de caracteres dos africanos de raça branca. Une-os um comum amor pela sua terra angolana (...). Juntamente com um reduzido número de colonos que embarcaram para África nos primeiros anos deste século, formam a verdadeira gente de Angola. Aquela entre a qual devem procurar-se as rudimentares e hesitantes afirmações de uma mentalidade branca enquadrada nos vastos horizontes africanos". (...) O sentimento dos euro-africanos do Sul, que há três ou quatro gerações são angolanos, é primordialmente por Angola. O amor pela metrópole não conta muito nos seus corações." "Uma nova raça branca africana, dotada de maravilhosas qualidades, entra na história. Mas uma mutação de tal envergadura, a par do sereno orgulho que provocará no coração da lusitanidade, deve dar origem a uma revisão de alguns dos promcípios de governamentação hoje em vigor porque a concessão aos euro-africanos de um maior quinhão nos encargos da administração da sua terra natal se transformará em necessidade".