Guimarães & C.ª Editores, Lisboa, 1950. In. 8.º de 39-(1) págs. Br. Primeira edição.
Obra que retrata o ambiente literário e ideológico de Coimbra durante a geração da presença.
Contrariando essa tradição de toda uma literatura coimbrã que, mesmo que não se esgote na pitoresca evocação da boémia estudantil, e vá mais longe e mais fundo ao retratar uma juventude que procura e se procura, nas encruzilhadas da cultura da arte e do amor, Nó cego desce a um poço de agonias, poço tão cavado que sufoca qualquer grito. O drama de João Bravo é o de, no seu autismo, não soltar sequer um grito e recusar mãos que talvez se estendessem para o ajudar.”
João Bigotte Chorão