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(Tipografia Mário Contreiras, Lisboa, 1970). Caderno In-fólio impresso em papel "mata-borrão" reproduzindo em facsimile as assinaturas de cada um dos autores incluidos na Antologia. Topo do estojo com ligeira e insignificante mancha de humidade. Alberga em papéis de distintas cores: «A Afixação Proibida»; «Surrealismo e Manipulação»; «Aviso a Tempo por Causa do Tempo»; «Para bem Esclarecer as Gentes…»; «Não Há Morte na Morte de André Breton» e ainda o célebre «Para bem esclarecer as gentes que ainda estão à espera» (Hors-texte colado à badana).
O nosso exemplar, numerado de uma tiragem de 300, é um dos que apresenta a rasura a punho de Cruzeiro Seixas, a tinta de esferográfica azul, a palavra "vapor" e substituido por "pavor".
Dedicatória autógrafa de Cruzeiro Seixas e de Mário Cesariny (organizadores da antologia) ao escritor Afonso Cautela.