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O REINO FLUTUANTE exercícios sobre a razão e o discurso
Editorial Império, Lisboa, 1942. In-8º de 136-(2) págs. Br.
Antologia de peças poéticas do Cancioneiro Geral de Garcia de Resende compostas por escritores lusos em castelhano e vertidas aí para o seu idioma nativo.
No estudo introdutório que aparece no começo deste volume são expostos valiosos argumentos que contribuem para ilustrar a decisão de restituir mais do que apenas traduzir, obras escritas em língua castelhana embora ligadas estreitamente a Portugal.
"Assim, mesmo quanto às obras em si, o restituí-las à língua nacional é recriá-las para que alcancem toda a beleza que virtualmente possuíam. Responsabilidade gravíssima para quem o empreende. Porque não basta uma tradução, embora esta também recrie às vezes a obra original. É preciso reviver o momento de criação e repensar a obra no verbo que corresponde ao seu espírito.
Gravíssima responsabilidade do restituidor. Obra difícil, mas compensadora.
Na verdade, quando se lêem as obras de autores portugueses escritas em espanhol (é este o caso que nos interessa agora) sente-se a língua nacional em que foram pensadas. E assim, mesmo na poesia, cuja tradução é diminuidora das qualidades originárias, quando de obras estrangeiras, a sua íntima força e a sua língua verdadeira, oferecem-nos naturalmente a tradução, que, em vez de trair, aumenta a sua beleza"