Editorial Inquérito, Lisboa, 1940. In. 8.º de 78 págs. Br. Alguns sublinhados a caneta e assinatura de posse no ante-rosto.
Neste ensaio o autor esboça um pequeno historial do romance contemporâneo, dividindo a sua cronologia em duas etapas que têm como marco capital, numa caminhada que tem como ponto de chegada o romance psicológico, a obra de Dostoïevski, romancista que "deu o primeiro lugar à análise em profundidade e, simultaneamente, fez passar à frente do estudo do indivíduo dependente do meio o seu estudo como personalidade irredutível, na sua essência, à acção exterior".